outubro 23, 2011

Hajime Fujita

http://hajimefujita.com/
Hajime Fujita
Choreographer/Dancer/Performance Artist

Born in 1982, in Yokohama-Japan. Studied in Kyoto University of Art and Design for Performing Arts between 2001-2005. Selected in the danceWEB Europe Contemporary Dance Scholarship programme(Vienna) coached by Mathilede Monnier and Loïc Touze in 2006. Took part of PEPCC programme of Forum Dança(Lisbon) in 2008. Participated international projects of Pointe to Point(Warsaw) with Simon Dove in 2006 and SKITe/Sweet and Tender in 2007(Reims)/2008(Porto) with Jean-Marc Adolphe. His artstic works have been introduced in Japan, Portugal, France, Poland and Spain.

Structure/ Improvisation/ Multi-layered Phases - Miguel L. Pereira + Hajime Fujita

outubro 08, 2011





 EARTHDANCE is an artist-run workshop, residency, and retreat center located in the Berkshire hills of Western Massachusetts.  We provide a dynamic mix of dance, somatic, and interdisciplinary arts training, with a focus on sustainable living, social justice, and community.



earthdance.net

junho 19, 2011

Cultura: Em 2011, Serralves aproxima as artes visuais das performativas


"Improvisações/Colaborações" é um dos grandes destaques de 2011, ano em que a instituição aposta como nunca na internacionalização.
A relação entre as artes visuais e performativas, um dos maiores "esteiros da comunidade artística", vai ser um dos maiores objectos de reflexão de Serralves durante o ano de 2011, avançou esta quarta-feira, em conferência de imprensa, João Fernandes, director do Museu de Arte Contemporânea (MAC).
"Improvisações/Colaborações" aproxima dois mundos que chegaram a estar em oposição. Durante três meses, de Abril a Junho, o museu cruza manifestações das artes do espaço (as visuais) com as do tempo (acções performativas que envolvem imagem em movimento), num ciclo que tem como centro "Off Of The Wall". Esta exposição, co-produzida com o Whitney Museum for Contemporary Art, reúne 30 acções performativas de artistas como Dara Birnbaum, Roy Lichtenstein, Robert Mapplethorpe, Yoko Ono, Cindy Sherman ou Andy Warhol.
É, por isso, uma "iniciativa de grande fôlego", enfatiza João Fernandes. É também neste ciclo que a dança contemporânea, que tão arredada está dos palcos portuenses, regressa em força à cidade. De 18 de Abril a 1 de Maio, a Trisha Brown Company celebra o 40.º aniversário com a apresentação de 13 peças que compõem a sequência "Early Works". Já Deborah Hay traz, de Março a Julho, o projecto OPorto Solo Comission Project, uma encomenda da Fundação de Serralves, em que a coreógrafa trabalha com alguns artistas seleccionados num longobrainstorming performativo.

Som e Imagem

Há tempos que a arte e a musica deixaram de estabelecer uma relação de dicotomia para convergir rumo a um mesmo campo. O século XX foi o grande desencadeador da união entre essas duas categorias, iniciando com a pesquisa de artistas e músicos que passaram a questionar as concepções da arte como mero objeto visual estático ou da música como um elemento necessariamente sincrônico. A percepção do ruído como potência sonora e a ligação quase que indissociável entre imagem e som levaram a ampliação dos horizontes sinestésicos no campo artístico.
Pensando no som/barulho já inserido como instrumento de criação e proposição no campo visual, intento reunir neste trabalho uma linha chave de relações entre a musica e as artes plásticas, partindo de trabalhos experimentais da década de 60 até chegar ao cenário atual, analisando as diferentes materializações do conceito sonoro e a relação entre obra e público. Para tanto, utilizarei como base exemplificativa o trabalho de um grupo de artistas contemporâneos, o Chelpa Ferro.
Esse coletivo é formando por três artistas brasileiros: Luiz Zerbini, Sergio Mekler e Barrão; cada qual com uma trajetória individual bastante distinta. Barrão é reconhecido por seu trabalho escultórico, no qual utiliza sobras e fragmentos de objetos cotidianos; Sérgio Melker edita e constrói vídeos atados a fragmentos de imagens  e  Luiz Zerbini consta com uma fundamentada carreira no ramo da pintura. A fusão entre estas referências pessoais da origem ao trabalho do Chelpa, que dificilmente pode ser enquadrado em um única esfera, permeando pelos ramos da instalação, música experimental, performance, sound art, etc.
Fazendo uso dessas mídias variadas, o grupo propõe uma revisitação sensorial, tendo como elemento condutivo a utilização do ruído. As obras do Chelpa buscam suas bases tanto nos clássicos experimentalistas do Fluxus, tal como John Cage, permeando ainda por expoentes da música underground  e pela utilização de materiais “ordinários” que muitas vezes fazem referência a cultura popular local. Trata-se portanto de uma abordagem massiva acerca de todas as vertentes que permearam pelo campo congruente entre música e artes visuais, revisitando esta temática através do olhar contemporâneo e da troca com o publico.

“ [...] O Chelpa Ferro não propõe uma unificação dos sentidos com que se apreende o mundo, limitando-se a indicar a possibilidade de traduzi-los uns nos demais, sem hierarquias definidas e de forma inescapavelmente truncada. Em vez de advogar o apagamento das diferenças entre as faculdades do olhar e da escuta, o que o grupo faz é oferecer, a quem se aproxime de seus trabalhos, um embaralhamento sensorial. [...]”
Moacir dos Anjos
http://ml.virose.pt/blogs/si_11/?p=223

abril 13, 2011

Soundings by Suzanne Delehanty

At the beginning of this century, sounds began to reverberate through the once silent and timeless world of the plastic arts. It was as if musical instruments, hushed for centuries behind the window of Renaissance art, suddenly stirred and resounded. How could it be otherwise? The melodies of Edison's phonograph, the roar of the automobile, the wireless wonder of Marconi, the smashing of the atom, and Einstein's theory of relativity had ushered in a new age. Artists, always the first to perceive the essential changes in the world around us, set out to give form to the spirit of the new era. For some, the utopian possibilities of technology and the machine became a primary source of inspiration. For others, imbued with the idealism of the nineteenth-century Romantics and Symbolists, the dream of an integration of all the arts offered refuge and salvation from the looming edifice of science and technology. This dream emerged from its slumber beneath the rational materialism of the last century to shatter the Renaissance concept of art as a silent and timeless mirror of nature and to release an art that is an equivalent of reality, a separate realm.
 http://www.ubu.com/papers/delehanty.html

abril 06, 2011

Pollock: "Prefiro atacar a tela não esticada, na parede ou no chão... no chão fico mais à vontade. Me sinto mais próximo, mais uma parte da pintura, já que desse modo posso andar em volta dela, trabalhar dos quatro lados, e literalmente estar na pintura... Quando estou em minha pintura, não tenho consciência do que estou fazendo". Estas palavras do pintor norte-americano Jackson Pollock (1912-1956), em 1947,

achado por aí

A conjugação do espontâneo e do intencional pode dar forma ao modelo desejado, como algo inesperado e inacabado que vai surgindo no decorrer da criação artística. A qualidade, amplitude e vita- lidade encontram-se em proporção direta ao processo que os alunos estão atravessando e realmente experienciando em termos de espontaneidade, crescimento orgânico e resposta intuitiva.”

A explorar

Um bom mestre ensina primeiro o que ele sabe, as coisas que ele aprendeu, as coisas que foram apreendidas com o conhecimento... Coisas que também lhe foram passadas e que a experiência e prática fixaram com o saber consciente. Mas, o melhor mestre é aquele que ensina o que não sabe,  aquele que permite que seu aluno aprenda com a pesquisa, com o descobrir, caindo com seus erros e reerguendo com seus acertos. Ensinando coisas que nem ele próprio ainda conhece, permitindo ao aluno um espaço para encontrar o caminho certo, experimentar  improvisos e aflorar nele a percepção da intuição. Tateando com leveza pelo território do desconhecido, damos espaço para aquilo que às vezes mais tememos, a revelação do que é novo. É na terra do desconhecido, que o exercício da intuição se faz bastante necessário. Convicto daquilo que se quer e dominando a intuição, chegaremos infalivelmente ao conhecimento na sua essência. 

desconhecido

O ensino é a grande força da dissuasão da palavra e a repressão contínua desse modo de expressão, não é, definitivamente senão o reflexo do sufocamento de toda iniciativa de parte do aluno, o recalque da criatividade é o momento de se perguntar, por que se sufoca assim a criatividade? As razões são numerosas, mas há uma predominante sobre todas as outras: a atividade do professor frente aos alunos criativos, vale lembrar da estória que STEIN que foi expulso de um liceu alemão por fazer, sem parar, perguntas às quais seus professores não podiam responder, no entanto é certo que, numa classe, o aluno criativo é visto como uma ameaça. Primeiramente ameaça para a disciplina e a ordem, o aluno questionador, é visto pelo professor como perturbador, suas perguntas parecem absurdas para o professor e para seus colegas, despertando risos e desorganizando a classe.

Texto 1 para pesquisa

Psicologia da Criatividade Artística
Compreender o acto criador obriga a uma abordagem multivariada da criatividade, analisada nos seus aspectos cognitivos, conativos, afectivos e sociais na emergência do produto criativo. Contribuirão, ainda, para esta reflexão o conhecimento das particularidades da personalidade criadora e o modo como o potencial criativo se poderá desenvolver.

abril 02, 2011

Referncia 1 - Art From Intuition


First find interesting shadows outdoors, and sketch their outlines on separate pieces of paper. Consider making your sketches at a time of day when sunlight is most intense overhead or when the sun casts long, exaggerated shadows as it nears the horizon. You are making these shadow outlines to develop them later into drawing, painting, or collage compositions. You can record many overlapping shadows on one piece of paper or use individual shadows as your focus, but you should have a total of at least twenty separate pages of shadow sketches before you go on to the next stage of this exercise. Remember that at this stage, you are just gathering shadow samples and don’t need to compose or elaborate on any of these sketches. Keep in mind that your shadow sketches may also include rubbings from the textures of the ground below the shadow you are tracing. Some of these shadow sketches may stand on their own, while others can be developed in subsequent exercises.

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